Infertilidade Feminina

Endometriose

O endométrio é a camada interna do útero que é renovada mensalmente pela menstruação. A endometriose é um transtorno ginecológico caracterizado pela presença de células endometriais fora da cavidade uterina, podendo acometer ovários, tubas, ligamentos uterinos, intestino, bexiga e outras estruturas da pelve feminina. Até hoje não se sabe precisamente as causas da doença. Os principais sintomas são: infertilidade; cólica menstrual importante e progressiva; dor durante as relações sexuais e dor e sangramento intestinais e urinários durante o período menstrual. O diagnóstico da endometriose é feito por meio da história clínica, exames físico ginecológico e exames laboratoriais e de imagem como ultrassom transvaginal especializado, ressonância magnética e um exame de sangue chamado marcador tumoral CA-125, que pode estar alterado em alguns casos. A confirmação depende da realização da biopsia, feita através da laparoscopia. Há diversos medicamentos que podem ser usados para combater a enfermidade e, nos casos mais graves, recomenda-se o tratamento cirúrgico.

Mioma

O mioma é um tumor benigno que surge quando uma célula do músculo do útero começa a se multiplicar de forma desordenada. Ele pode crescer para dentro ou para fora da cavidade uterina. O surgimento é mais comum em mulheres negras, pacientes que apresentam história da doença na família ou ganho de peso, isso porque com o sobrepeso pode ocorrer disfunção hormonal devido ao maior número de células de gordura. Em alguns casos, o mioma pode não dar nenhum sinal, mas deve ser acompanhado regularmente. Os principais sintomas são: cólica menstrual, dor pélvica, sangramento uterino anormal, desconforto na relação sexual e também dificuldade para engravidar. A suspeita pode ser confirmada através de uma ultrassonografia ou outros exames de imagem. Além de medicamentos para controlar o tamanho e os sintomas do mioma, é possível recorrer a técnicas cirúrgicas como a histerectomia (retirada do útero) e a miomectomia (retirada do mioma), que podem ser realizadas por laparoscopia ou histeroscopia.

Síndrome do Ovário Policístico (SOP)

Entre 20% e 30% das mulheres podem desenvolver cistos nos ovários, isto é, pequenas bolsas que contêm material líquido ou semissólido. A diferença entre cisto no ovário e ovário policístico está no tamanho e no número de cistos. A síndrome acomete, principalmente, mulheres entre 30 e 40 anos e o diagnóstico é feito através do exame de ultrassom, onde são visualizados vários pequenos folículos (aqui chamados de microcistos) de até 10 mm dispersos pelo ovário. Os principais sintomas são: irregularidade menstrual, crescimento excessivo de pelos, hormônios masculinos em nível elevado, acne e aumento de peso. A patologia é considerada a segunda principal causa de infertilidade, atrás apenas da endometriose. Exercícios físicos e alimentação balanceada são aliados no tratamento da doença. Entre os principais medicamentos estão a pílula anticoncepcional, para regular os ciclos menstruais e remédios para estimular a ovulação, para quem deseja engravidar. 

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