Infertilidade Masculina

Oligozoospermia

A oligozoospermia é caracterizada pelo baixo número de espermatozóides encontrados no ejaculado, um valor inferior a 15 milhões por mL de sêmen. Pode ser transitória ou permanente. Entre as causas mais comuns estão: a orquite, que é uma inflamação do testículo, varicocele (varizes nos testículos), distúrbios hormonais e alterações genéticas. Fatores como estresse, tabagismo, abuso do álcool e de algumas drogas também podem influenciar na quantidade de gametas masculinos. 

Azoospermia

Azoospermia é uma das causas de infertilidade masculina e consiste na ausência de espermatozóides no sêmen do individuo. O diagnóstico é obtido através da análise seminal ou espermograma, um tipo de exame que analisa as condições físicas e a composição do líquido seminal. Existem dois tipos
de azoospermia:

Obstrutiva: o problema não está relacionado à produção, existe uma obstrução na passagem dos espermatozóides para o sêmen.

Exemplos: casos de vasectomia, alteração no epidídimo ou nos canais diferentes.

Não obstrutiva: os espermatozoides não são produzidos e esta alteração pode ocorrer devido a alguma doença congênita, a algum traumatismo envolvendo os testículos ou a alterações hormonais importantes.

Quando a ausência de espermatozoides no sêmen é causada por algum tipo de bloqueio, o dano pode ser reparado cirurgicamente. (VER TESA / PESA / Microtese) 

 

Vasectomia

Vasectomia é um procedimento cirúrgico que interrompe a circulação dos espermatozoides produzidos pelos testículos e que seriam conduzidos através do epidídimo (tubo em forma de novelo que se localiza na parte superior dos testículos) para os canais deferentes que desembocam na uretra. É um método contraceptivo definitivo, mas em alguns casos há possibilidade de reversão. O procedimento de vasectomia é simples, dura de 20 a 30 minutos e não há necessidade de internação hospitalar, podendo ser realizada no consultório médico com anestesia local. O corte do canal impede apenas a chegada dos espermatozoides até a uretra, mas não inibe a produção deles. O líquido produzido na próstata e na vesícula seminal continua sendo eliminado normalmente durante a ejaculação. Não há interferência na função erétil ou na potência sexual. 
 

Fatores comportamentais

Fatores comportamentais também podem comprometer a fertilidade como:

O tabagismo masculino está associado a redução na qualidade do sêmen, incluindo concentração de espermatozoides, motilidade, morfologia. O hábito de fumar estabelece um declínio na capacidade reprodutiva masculina de maneira progressiva. O volume seminal apresenta-se diminuído em pacientes fumantes, estratificados de acordo com o número de cigarros fumados por dia, quando comparados aos pacientes não fumantes.

Os anabolizantes podem diminuir o número de espermatozoides, pois bloqueiam o funcionamento da hipófise e, consequentemente, a produção dos gametas nos homens. Em 20% dos casos, esse bloqueio é definitivo, irreversível, porque acaba condicionando um ambiente intratesticular que leva à fibrose do testículo e interrompe definitivamente a produção de espermatozoides.

A prática sexual sem o uso de preservativos também é apontada pelo médico como um dos fatores que pode levar à infertilidade, devido às doenças sexualmente transmissíveis, que podem cursar com infecções testiculares.

Outro comportamento muito habitual é o uso excessivo de álcool e drogas como a maconha, que afetam diretamente o funcionamento e qualidade dos gametas masculinos. Da mesma forma, contato frequente com substâncias químicas tóxicas, algumas vezes decorrente do ambiente de trabalho, pode interferir na qualidade seminal.

A obesidade
e o sobrepeso, bem como as dietas e a prática de exercícios exagerada também contribuem para uma baixa na taxa de fertilidade masculina, pois provocam uma diminuição do número de espermatozoides. O estresse é outro fator relevante.
 

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